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Justiça aceita denúncia contra vereador de Campina da Lagoa O Ministério Público do Paraná (MP-PR) denunciou o vereador Edimar Vaiz (PP), de Campina da Lagoa, no oeste do Paraná, pelos crimes de assédio sexual e importunação sexual cometidos contra uma funcionária do município. A Justiça aceitou a denúncia na quarta-feira (8). O vereador, também chamado de Juruna da Saúde, está afastado cautelarmente do cargo desde o início de março, por 120 dias, prorrogáveis por igual período. O advogado Cristiano Calixto, responsável pela defesa do vereador, informou que vai se manifestar apenas nos autos do processo. A Câmara de Vereadores de Campina da Lagoa informou em nota ao g1 que tem conhecimento da denúncia contra o vereador e, por meio da Comissão de Ética, está realizando a escuta de testemunhas para a apuração dos fatos no âmbito interno. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Segundo a denúncia do MP, entre outubro de 2024 e julho de 2025, Edimar comparecia repetidamente ao local de trabalho da vítima, então com 21 anos, lá permanecendo sem justificativa. Vereador Edimar Vaiz, de Campina da Lagoa Câmara Municipal de Campina da Lagoa "Nessas ocasiões, valendo-se de sua posição de autoridade e influência política, o denunciado, com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, constrangia a vítima com comentários de cunho sexual explícito", aponta a denúncia. O documento aponta que o vereador se aproximava da vítima e a tocava, causando "extremo constrangimento, incômodo e pânico, a ponto de suas colegas de trabalho perceberem tal desconforto e passarem a acompanhá-la […] para evitar que ela ficasse sozinha com ele". O Ministério Público indica ainda, na denúncia, que em outra ocasião, em uma sala reservada, a vítima foi abordada por Edimar de forma repentina, que a segurou e proferiu falas de cunho sexual. Além da condenação, o MP solicitou também o pagamento de indenização por danos morais de pelo menos R$ 50 mil para a vítima. O processo está sob sigilo. Saiba como denunciar crimes no Paraná Proibição de manter contato com a vítima A Justiça determinou que Edimar está proibido de manter contato com a vítima e os familiares dela por qualquer meio, seja pessoalmente ou virtual, direto ou eletrônico. Ele não pode se aproximar dela a uma distância menor do que 300 metros, inclusive da residência e local de trabalho, assim como está proibido de manter contato com as testemunhas do processo. LEIA TAMBÉM: Litoral: Mergulhador morre durante limpeza de casco de navio em alto-mar Confusão: Policiais militares amigos há mais de 20 anos trocam tiros; um morre e outro fica gravemente ferido Emocionante: Filho deixa cabelo crescer para doar à mãe em tratamento de câncer Afastamento da Câmara A Justiça determinou o afastamento de Edimar das funções como vereador após um pedido do MP. O afastamento foi efetivado após publicação no Diário Oficial do município. O afastamento é temporário, ou seja, não implica na perda do mandato. Neste período, ficam suspensas as prerrogativas do exercício da função, como participação em sessões, comissões e demais atividades parlamentares. Após o fim do prazo, o vereador deverá ser reconduzido ao exercício do mandato. "O Ministério Público requereu o afastamento do vereador dos cargos por ele ocupados, considerando que a investigação demonstrou que os crimes foram praticados com abuso de ascendência funcional e política. Assim, a fim de proteger a vítima e ainda impedir a reiteração delitiva, o juízo acolheu o pedido ministerial, afastando o vereador inicialmente por 120 dias, o que impedirá que ele se valha de sua função pública municipal e sua posição de poder pelo cargo eletivo de vereador para a prática de novos crimes", explica a promotora de Justiça Barbara Garla Stegmann. Edimar foi eleito com 305 votos para atuar na legislatura de 2025 a 2028. Além de vereador, ele é funcionário público de Campina da Lagoa. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.