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15/05/2026 12:07
Após nove dias fechado, hospital público do Paraná troca gestão e volta a atender pacientes (Foto: Reprodução)
Hospital Regional de Toledo retoma atendimento à população
Depois de nove dias fechado, o Hospital Regional de Toledo, no Oeste do Paraná, voltou a receber pacientes nesta quinta-feira (14). A reabertura acontece após a prefeitura firmar um contrato emergencial com a Associação Beneficente de Saúde (Hoesp), instituição que também administra o Hospital Bom Jesus.
O hospital permaneceu fechado do dia 5 a 14 de maio após denúncias e problemas na gestão da empresa terceirizada responsável pela administração, o Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas).
Agora, os atendimentos clínicos foram retomados. A previsão é que os leitos da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), centro cirúrgico e ambulatórios voltem a funcionar a partir de 1º de junho.
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Segundo a superintendente da Hoesp, Zulnei Bordin, a expectativa é reduzir a fila de pacientes que aguardam atendimento na região.
“Nosso foco principal é prestar um serviço resolutivo, de qualidade e humanizado, e reduzir o tempo de espera dos pacientes que aguardam nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs)”, afirmou.
Hospital Regional de Toledo
RPC
O contrato emergencial firmado pela prefeitura prevê repasses de até R$ 1,6 milhão por mês para a nova gestão.
O Hospital Regional de Toledo atende casos de média complexidade, principalmente cirurgias programadas. O hospital atende cerca de 1.200 consultas e 500 internamentos por mês. Ele atende 18 municipios da macrorregião.
A unidade conta com 10 leitos de UTI e 59 leitos de enfermaria. Durante o fechamento, todos os pacientes foram transferidos para hospitais da região, segundo a Secretaria de Estado da Saúde.
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Hospital fechou após empresa desistir do contrato
O Hospital Regional encerrou as atividades no dia 5 de maio, dois anos e meio após a inauguração. A unidade era administrada pelo Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas), que desistiu do contrato antes do prazo final.
O fechamento ocorreu após denúncias de problemas na gestão e dificuldades para manter os atendimentos.
Em nota divulgada na época, o instituto afirmou que enfrentava falta de insumos essenciais e dificuldades para manter as escalas de enfermagem.
Ministério Público apontou falhas na gestão
Segundo o Ministério Público, o hospital não vinha cumprindo exigências contratuais desde julho do ano passado.
A promotoria apontou problemas financeiros, falta de materiais e escassez de profissionais, apesar dos repasses públicos estarem em dia.
Em março, a prefeitura abriu um processo administrativo para investigar possíveis irregularidades na execução do contrato. Pouco depois, a empresa comunicou o fechamento temporário da unidade.
O Ministério Público acompanha o caso e monitora os impactos do fechamento e da retomada dos atendimentos na rede pública de saúde do Oeste do Paraná.
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