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Megaoperação em Curitiba com mais de 40 mandados mira suspeitos de tráfico e homicídios; uma pessoa morreu em confronto
Megaoperação com mais de 40 mandados mira tráfico e homicídios em Curitiba
Um grupo criminoso suspeito de envolvimento com homicídios, tráfico de drogas e...
24/04/2026 08:09
Megaoperação em Curitiba com mais de 40 mandados mira suspeitos de tráfico e homicídios; uma pessoa morreu em confronto (Foto: Reprodução)
Megaoperação com mais de 40 mandados mira tráfico e homicídios em Curitiba
Um grupo criminoso suspeito de envolvimento com homicídios, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro é alvo de uma operação realizada na manhã desta sexta-feira (24), no bairro Parolin, em Curitiba.
Durante a ação, houve um confronto e uma pessoa morreu, segundo a Polícia Civil (PC-PR). O nome da vítima não foi divulgado.
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Conforme a investigação, a organização era comandada por homens que conseguiram transferir o cumprimento de pena para Maceió (AL) e, mesmo fora do Paraná, continuavam dando ordens à distância. Entenda mais abaixo.
A ação da Polícia Civil (PC-PR) e Polícia Militar (PM-PR) ocorre de forma simultânea em Curitiba, Itapema (SC) e Maceió, com apoio das polícias civis e militares locais.
Ao todo, são cumpridos 41 mandados, sendo 13 de prisão preventiva, 15 de busca e apreensão e 13 de bloqueio e sequestro de bens. Cerca de 150 agentes participam da operação, que também conta com helicópteros e cães de faro.
Até a publicação desta reportagem, 11 pessoas haviam sido presas.
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Investigação
Megaoperação com mais de 40 mandados mira tráfico e homicídios em Curitiba; uma pessoa morreu em confronto
PCPR
De acordo com a investigação, iniciada em junho de 2025, o grupo passou a dominar o tráfico no bairro Parolin após um confronto com uma organização rival. A partir disso, imóveis da região foram usados como pontos de armazenamento de drogas e armas, além de servirem como base para as atividades do grupo.
Segundo a polícia, o comando da organização ficava com dois integrantes que deixaram o Paraná após alegarem ameaças de morte na cadeia. Em Alagoas, eles continuaram coordenando as ações no bairro, enquanto outro membro ficava responsável pela execução das ordens no dia a dia.
Ainda segundo a investigação, o dinheiro obtido com o tráfico era enviado para o Nordeste, onde sustentaria um padrão de vida luxuoso das lideranças, que não tinham renda formal.
Para esconder a origem dos valores, o grupo utilizava familiares e empresas de fachada, além de depósitos em dinheiro e transferências entre várias contas, estratégia que dificulta o rastreamento.
Além do tráfico, o grupo é apontado como responsável por homicídios em Curitiba e na Região Metropolitana. Um dos casos investigados é a morte de um líder de grupo rival e do filho dele, em março deste ano, em Almirante Tamandaré.
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