Paraná registra primeiro caso do vírus mpox do ano, diz Secretaria de Saúde
Paraná tem o primeiro caso do vírus Mpox confirmado em 2026 A Secretaria de Saúde (Sesa) do Paraná confirmou nesta quarta-feira (25) o primeiro caso de mpox
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Polícia Militar do Paraná PMPR PM-PR viatura PM Polícia Militar O Ministério Público do Paraná denunciou o homem que escondeu a morte da própria mãe, de 83 anos, por cerca de 15 dias, em Guaíra, no oeste do estado. Apesar de o laudo apontar morte natural, a Promotoria entendeu que há indícios dos crimes de abandono de incapaz e ocultação de cadáver. A identidade dele não foi divulgada. A idosa foi encontrada morta dentro da própria casa, na zona rural de Guaíra, no dia 10 de janeiro. O corpo estava em estado avançado de decomposição, caído no chão de um dos quartos, parcialmente sob a cama. Ao lado, havia um andador, o que indica que a idosa tinha dificuldades de locomoção. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Segundo a Polícia Militar, o filho morava com a mãe e relatou que sabia da morte havia cerca de duas semanas, mas não comunicou o caso por medo de ser acusado de maus-tratos. Ele disse que encontrou a idosa sem vida ao retornar de uma ida ao supermercado. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A morte da idosa só foi descoberta depois que o irmão da vítima, que mora em Goiás, estranhou a falta de contato e viajou mais de mil quilômetros até Guaíra para verificar a situação. Ao chegar, encontrou a irmã morta dentro da residência. De acordo com o relato do irmão à polícia, o filho tentou impedir a entrada dos familiares na casa. Após insistência, contou que a mãe havia morrido dias antes. Uma amiga da idosa também afirmou à polícia que esteve no local cerca de 15 dias antes e ouviu do filho que a mulher estaria viajando. Leia também: Apreensão: Adolescente capota caminhonete carregada com mais de 1 tonelada de maconha Tragédia: Criança venezuelana morta após sequestro era filha da namorada do suspeito 'Fair play': Triatleta assume a liderança após erro do rival, mas espera para deixá-lo passar Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Polícia Científica e do Instituto Médico Legal (IML) atenderam a ocorrência. A perícia apontou que a morte ocorreu por causas naturais, o que levou a polícia a concluir pelo arquivamento da investigação inicial. Apesar disso, a 2ª Promotoria de Justiça de Guaíra entendeu que a conduta do filho configura abandono de incapaz e ocultação de cadáver. A denúncia foi apresentada em 10 de fevereiro e aceita pela Justiça três dias depois. O homem vai responder ao processo em liberdade. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Oeste e Sudoeste.