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Curitibano mantém coleção rara com mais de dois mil pins olímpicos: 'Paixão da minha vida'
A paixão de Luiz Toni pelos Jogos Olímpicos se traduz na coleção de mais de 2 mil pins.
Acervo pessoal
O psicólogo curitibano Luiz Fernando Tonidandel, con...
21/02/2026 04:00
Curitibano mantém coleção rara com mais de dois mil pins olímpicos: 'Paixão da minha vida' (Foto: Reprodução)
A paixão de Luiz Toni pelos Jogos Olímpicos se traduz na coleção de mais de 2 mil pins.
Acervo pessoal
O psicólogo curitibano Luiz Fernando Tonidandel, conhecido como Luiz Toni, é um fã dos Jogos Olímpicos e esteve em muitas edições do evento.
Além das memórias especiais, ele expressa a paixão pela competição em seus mais de dois mil pins olímpicos, itens que coleciona e troca durante as edições que participa. Neste ano, ele acompanhou presencialmente os jogos das Olimpíadas de Inverno na Itália, que terminam neste domingo (22).
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A tradição dos pins é antiga no cenário olímpico. Os objetos começaram a ser fabricados na primeira olimpíada da era moderna, em Atenas, no ano de 1896, mas foi nos Jogos de Paris de 1924 que as trocas ganharam força.
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No caso de Luiz, o hobby começou em 2008, quando assistiu aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, na China.
"Um treinador brasileiro me deu meus primeiros pins, e naquele momento eu ainda não imaginava o que aquilo representaria na minha vida", explicou.
Nas redes sociais, o curitibano compartilha imagens da sua coleção, que constantemente viralizam
Reprodução/Toniolympicpins
Foi também em Pequim que percebeu que o ambiente olímpico permite outro tipo de troca: a de experiências e culturas.
"São pessoas de países diferentes, culturas diferentes e histórias diferentes que, em muitas situações da vida, talvez nunca tivessem a oportunidade de trocar uma palavra ou compartilhar um momento. Mas durante os Jogos, essas trocas acontecem de forma natural, espontânea e verdadeira", conta.
Durante a passagem pela Itália, o curitibano teve a oportunidade de presentear o primeiro brasileiro vencedor do ouro olímpico na competição de inverno, o atleta de slalom Lucas Pinheiro Braathen, com um pin exclusivo.
Encontro entre Luiz Toni e Lucas Pinheiro.
Acervo pessoal
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Itens raros na coleção
Luiz mostra pins raros de Pequim, Atenas e um do Snoop Dogg, dos Jogos de Paris
Acervo pessoal
No inventário de dois mil itens, é natural que alguns se destaquem. "O primeiro pin que recebi, em 2008, continua sendo um dos mais especiais da minha coleção, porque ele representa o início de tudo", relata.
Ao falar dos favoritos, lembra ainda do pin que ilustra o cantor Snoop Dogg, produzido para os Jogos de Paris de 2024. Ele conta que esse é um dos broches mais cobiçados entre colecionadores e só o conseguiu porque foi presenteado por uma jornalista americana ligada ao artista.
"Contei minha história e minha paixão pelos Jogos, ela me disse que estava guardando aquele pin para alguém que realmente entendesse o significado dele. E então decidiu me presentear", afirma.
Outra raridade é um pin histórico fabricado para a Sessão do Comitê Olímpico Internacional (COI) realizada em Roma, em 1966. Luiz diz que esse é um dos mais importantes da coleção.
"Hoje, a grande maioria dos pins da minha coleção tem uma história. Eu lembro de quem me deu, onde aconteceu, o que a gente conversou. E isso é o mais bonito de tudo: graças aos pins, eu tenho amigos no mundo inteiro", relembra.
*Estagiária do g1 Paraná, sob supervisão de Caio Budel.
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